Compositor: Não Disponível
Acho que fui arrancada pelo caule
Amar é contagioso, nada nunca é sagrado
Cores rompendo através da morte do inverno
Segredos nunca desperdiçados, por que você complicou isso?
Estou arrancando meus espinhos macios
No doce enjoativo, deixe a morte lamentar
Estou cuspindo no desdém dos mortos
Deixe o inocente balir no espinheiro-branco
Eu arranco uma pétala de distração
Da queimadura de uma paixão congelada pela geada
É, agora a flor está enegrecida
Dentes brancos e afiados de um corniso rangendo
Espinheiro-negro se prendendo na minha renda branca
Mas eu continuo rasgando, rasgando, rasgando, rasgando
Estou cavando minha própria cova
Mas eu continuo cavando, cavando, cavando, cavando
Depois da geada, antes da podridão
O velo é macio
Perfurar através do solo pisoteado
Pois fui arrancada pelo caule
Amar é contagioso, nada nunca é sagrado
Cores rompendo através da morte do inverno
Segredos nunca desperdiçados
Por que você depositaria sua fé em um
Coração sangrento?
Querido, você está testando minha paciência
Seu aperto de inverno parece não se firmar (faminta)
Você poderia simplesmente ter esperado
É delicada, a flor colhida
Eu vou atravessar o lago para escapar
É cardinal
Você cometerá seus próprios erros
Adah, não consegue segurar nós duas
Pois fui arrancada pelo caule
Amar é contagioso, nada nunca é sagrado
Cores rompendo através da morte do inverno
Segredos nunca desperdiçados, por que você complicou isso?
Histeria, temo que você me seja familiar
Agora você se tornou um sintoma do meu
Coração sangrento
Foi amor? Não foi amor
Foi amor? Não foi amor (é tão patético)
Vi sua chuva virar enchente
Transformar meu solo em lama
E eu abri
Mão
Que desperdício
Que porra de desperdício
Acho que fui arrancada pelo caule
Amar é contagioso, nada nunca é sagrado
Cores rompendo através da morte do inverno
Segredos nunca desperdiçados, por que você complicou isso?
Histeria, temo que você me seja familiar (familiar)
Agora você se tornou um sintoma do meu
Coração sangrento